Os incêndios que nas últimas quatro semanas têm assombrado o Paraguai causaram já cerca de 40 mil sinistrados e mais de um milhão de hectares de floresta ardida, segundo dados da Secretaria de Emergência Nacional. Só na passada sexta-feira havia o registo de 170 fogos activos no Noroeste do país.
Para responder a esta enorme catástrofe, têm sido várias as ajudas internacionais provenientes dos mais diversos estados.
O governo do Brasil mostrou-se solidário ao enviar quatro aviões cisterna que, desde o princípio de Setembro, se juntaram aos helicópteros da Força Aérea paraguaia no combate às chamas dos muitos incêndios florestais que lavram o país.
Por seu turno, a Venezuela facultou dois helicópteros militares e ainda contribuiu com uma ajuda monetária no valor de mais de um milhão de dólares, que foi entregue à Secretaria de Emergência Nacional.
Já a União Europeia anunciou publicamente, em Assunção, que irá entregar ao governo do Paraguai ajuda no valor de um milhão e meio de dólares, para apoio às comunidades indígenas e aos agricultores, que viram os seus bens reduzidos a cinzas.
Através do Departamento de Ajuda Humanitária da Comissão Europeia, a UE pretende fazer a distribuição de alimentos e de materiais para a construção de alojamentos temporários, e, ainda, fornecer assistência médica e permitir o restabelecimento de água potável.
O estado de emergência nacional, com uma duração inicial de 60 dias, foi declarado pelo presidente, Nicanor Duarte, a 12 de Setembro, em virtude da “grande dimensão dos incêndios no Paraguai”.
As razões principais para grande parte destes incêndios foram as queimadas feitas por agricultores, com o propósito de limpar e fertilizar os seus terrenos. As autoridades locais já detiveram mais de uma dezena de pessoas.
Texto: Sérgio Mendonça
Fonte: Lusa
Foto: Diário da Amazônia
Cinco ladrões de gado foram queimados vivos pela população de uma aldeia em Pampas de Tayacaja, no Peru, que decidiu fazer justiça pelas próprias mãos, sendo que um dos assaltantes conseguiu escapar da ira popular, conforme informações da polícia de Huanvacelica.
Foi detectada, na passada quinta-feira, uma ligeira fuga radioactiva na central nuclear de Kozlodoui, na Bulgária, sem que, no entanto, houvesse contaminação do pessoal, conforme anunciou o director da central, Ivan Guenov.